Nicolas Cauê Mattana, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Antônio Martins Rangel, da localidade de Olhos D'água, interior de Taquara (RS) será um dos participantes do ENCJ.
Confiram a notícia sobre a participação de um dos elos do Rio Grande do Sul no Encontro Nacional dos Coletivos Jovens de Meio Ambiente, no Portal da Prefeitura de Taquara.
#clipping ENCJ é noticia no RS
domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
“Vem, Vamos à luta”: Acorde, Viva, Seja a mudança que você quer ver.
“Vem, Vamos à luta”: Acorde, Viva, Seja a mudança que você quer ver.
O ano era 2008. E lá estava eu estirado na cama, dormindo insaciavelmente. Quando minha mãe acordou-me: “Fábio, tem gente chamando”. Era a diretora de minha escola que veio a minha casa, estava me chamando para participar de uma reunião, ou sei lá o que. Estando em cima da hora, me vesti compulsivamente, nem deu tempo para o café... ao menos tomei um banho Kkkkk Lembro que mamãe deu-me 10 reais, e disse: gaste dois. Kkkkk. Seria o meu primeiro contato com a Educação Ambiental e, logo a nível de microrregião, pois havia ocorrido na DIRED, era o Seminário preparatória para a Conferência de 2009. Sai de lá em êxtase, eu seria o cara que representaria a minha escola e a minha região. A pouca idade (12 anos) não interferia, não havia receio de manifestar-me nas discussões. Nunca antes eu havia pensando em ir à capital do país, agora a oportunidade não era somente essa. Eu poderia ver, compartilhar, constituir, dedicar-me, emocionar-me, defender e viver o nosso doce lar, o nosso incomensurável meio. Poucos foram os momentos que desabei em lágrimas, eu não faria parte da delegação, a imaturidade me fez sentir opaco por dentro, o sentimento de injustiça arraigava-se no peito meu. Por outro lado, na verdade o bom lado, a experiência da conferência Estadual me transformou por completo. Como as discussões que tangem o meio ambiente, podem enriquecer visões e opiniões políticas, sociais, culturais, econômicas e magnamente pessoais? Eu não me detinha a responder, apenas vivia e sentia o meio ambiente no epicentro da minha existência. Muitos delegados da minha época deixaram-se levar por outras coisas, com tantos problemas talvez tenham esquecido os momentos exímios que viveram. Sem dúvida, a Educação Ambiental no RN estava em crise. Quando em 2010, haveria o “chamado”, nos possibilitando um reencontro e eu junto com alguns conhecidos, ‘tornaríamos’ CJ’s, o grupo se fortaleceria, juramos ir à luta para sempre e sempre. Nesse encontro, tive a chance de representar o nosso grupo - CJ-RN, fui eleito através dos nossos princípios, a II Conf. Estadual de Juventude fora maravilhosa, debates incríveis sobre políticas públicas (que envolveu partidária também, :(( ). Sempre estive atuante nos eventos da minha cidade, da minha escola, região e estado, focando a temática socioambiental.
Depois de um considerável atraso, ao passar turbilhões de problemas, era chegada a hora de Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis. Eu não conseguia descrever o orgulho que era ajudar no que fosse necessário para que a conferência pudesse acontecer e, funcionar mais uma vez como instrumento transformador de vidas. Cada etapa foi linda, eu pude dar minha parcela de contribuição até a estadual, me emocionei com o desenrolar desta. Eu conseguia me enxergar naquelas dezenas de jovens... A nossa conferência foi um show inesquecível e, a nível nacional superamos todas as adversidades para fazer a maior de todas.
Cinco anos passados, depois daquela manhã de uma visita inesperada, vejo-me como um bom fruto da Conferência que, apesar de ter me deparado com algumas injustiças, é mais que um reles evento, é uma vivência de mudança de pensamentos, quebra de atitudes má intencionadas em relação ao nosso meio e, ‘libertadora’, por excelência. Foi um pouco difícil ter uma voz ativa no grupo, rs, mas eu fui chegando e me inteirando até que consegui o espaço dentro do CJ-RN que, sempre sonhei. Eu estarei no ENCJ, levando comigo um pouquinho de cada guerreiro desse bando. A imensa emoção supera as lágrimas de outrora, faz meu ser gritar veementemente que sempre valerá a pena continuar, mesmo quando todos ao seu redor abandonarem a eterna luta que é, ser um protetor do chão que pisamos, do ares que respiramos, das águas que nos ‘alimentam’; um sonhador de um futuro repleto de CJ’s, com a essência de ser mais um na resistência de um mundo sem vida.
“O que sinto é bem mais lindo e maior do que falo, o que já vivi no coletivo ultrapassa os recônditos do meu “eu” como agente transformador do mundo. Sinto-me forte pra ir à luta, à viver intensamente o movimento mais lindo do Brasil, sou Coletivo Jovem pelo meio ambiente do RN”.
O ano era 2008. E lá estava eu estirado na cama, dormindo insaciavelmente. Quando minha mãe acordou-me: “Fábio, tem gente chamando”. Era a diretora de minha escola que veio a minha casa, estava me chamando para participar de uma reunião, ou sei lá o que. Estando em cima da hora, me vesti compulsivamente, nem deu tempo para o café... ao menos tomei um banho Kkkkk Lembro que mamãe deu-me 10 reais, e disse: gaste dois. Kkkkk. Seria o meu primeiro contato com a Educação Ambiental e, logo a nível de microrregião, pois havia ocorrido na DIRED, era o Seminário preparatória para a Conferência de 2009. Sai de lá em êxtase, eu seria o cara que representaria a minha escola e a minha região. A pouca idade (12 anos) não interferia, não havia receio de manifestar-me nas discussões. Nunca antes eu havia pensando em ir à capital do país, agora a oportunidade não era somente essa. Eu poderia ver, compartilhar, constituir, dedicar-me, emocionar-me, defender e viver o nosso doce lar, o nosso incomensurável meio. Poucos foram os momentos que desabei em lágrimas, eu não faria parte da delegação, a imaturidade me fez sentir opaco por dentro, o sentimento de injustiça arraigava-se no peito meu. Por outro lado, na verdade o bom lado, a experiência da conferência Estadual me transformou por completo. Como as discussões que tangem o meio ambiente, podem enriquecer visões e opiniões políticas, sociais, culturais, econômicas e magnamente pessoais? Eu não me detinha a responder, apenas vivia e sentia o meio ambiente no epicentro da minha existência. Muitos delegados da minha época deixaram-se levar por outras coisas, com tantos problemas talvez tenham esquecido os momentos exímios que viveram. Sem dúvida, a Educação Ambiental no RN estava em crise. Quando em 2010, haveria o “chamado”, nos possibilitando um reencontro e eu junto com alguns conhecidos, ‘tornaríamos’ CJ’s, o grupo se fortaleceria, juramos ir à luta para sempre e sempre. Nesse encontro, tive a chance de representar o nosso grupo - CJ-RN, fui eleito através dos nossos princípios, a II Conf. Estadual de Juventude fora maravilhosa, debates incríveis sobre políticas públicas (que envolveu partidária também, :(( ). Sempre estive atuante nos eventos da minha cidade, da minha escola, região e estado, focando a temática socioambiental.
Depois de um considerável atraso, ao passar turbilhões de problemas, era chegada a hora de Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis. Eu não conseguia descrever o orgulho que era ajudar no que fosse necessário para que a conferência pudesse acontecer e, funcionar mais uma vez como instrumento transformador de vidas. Cada etapa foi linda, eu pude dar minha parcela de contribuição até a estadual, me emocionei com o desenrolar desta. Eu conseguia me enxergar naquelas dezenas de jovens... A nossa conferência foi um show inesquecível e, a nível nacional superamos todas as adversidades para fazer a maior de todas.
Cinco anos passados, depois daquela manhã de uma visita inesperada, vejo-me como um bom fruto da Conferência que, apesar de ter me deparado com algumas injustiças, é mais que um reles evento, é uma vivência de mudança de pensamentos, quebra de atitudes má intencionadas em relação ao nosso meio e, ‘libertadora’, por excelência. Foi um pouco difícil ter uma voz ativa no grupo, rs, mas eu fui chegando e me inteirando até que consegui o espaço dentro do CJ-RN que, sempre sonhei. Eu estarei no ENCJ, levando comigo um pouquinho de cada guerreiro desse bando. A imensa emoção supera as lágrimas de outrora, faz meu ser gritar veementemente que sempre valerá a pena continuar, mesmo quando todos ao seu redor abandonarem a eterna luta que é, ser um protetor do chão que pisamos, do ares que respiramos, das águas que nos ‘alimentam’; um sonhador de um futuro repleto de CJ’s, com a essência de ser mais um na resistência de um mundo sem vida.
“O que sinto é bem mais lindo e maior do que falo, o que já vivi no coletivo ultrapassa os recônditos do meu “eu” como agente transformador do mundo. Sinto-me forte pra ir à luta, à viver intensamente o movimento mais lindo do Brasil, sou Coletivo Jovem pelo meio ambiente do RN”.
Por Fábio Jordão (CJ-RN)
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Se as pessoas bem soubessem, valorizariam os sonhadores, pois eles é que mudam o mundo, sempre eles!!!
"Ser CJ passou a ser um sonho pra mim em 2008. Eu era uma das tantas delegadinhas que participavam da I Conferencia Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, em Fortaleza, quando tive o primeiro contato com o CJ daqui... Fiquei encantada com aquele grupo de jovens que nos cativou tanto, que nos ensinou tanto, e descobrir que também eu queria cativar, ensinar, fazer parte daquela historia que pra mim estava apenas começando... Fui selecionada pra Nacional, em 2009, e aí foi que eu passei a compreender melhor o funcionamento de um CJ, conheci muita gente boa de todo o Brasil, e aquele sonho foi crescendo dentro de mim... Não é segredo pra ninguém que participar de uma Conferencia Nacional Vamos Cuidar do Brasil é uma experiência que muda a vida de quem tá lá, e muitas das sensações que eu guardo daquela semana mágica eu devo aos CJs que estiveram conosco nas oficinas, grupos de discussão, enfim. Até “grito de guerra” teve: “Eu vou ser CJ, Eu vou ser CJ, Eu vou ser CJ...”, eu vou ser verdinha (já que naquele tempo a ‘batinha’ dos cjs era verde), eu quero que lembrem de mim um dia como eu vou lembrar dos Coletivos... Voltei pra casa com aquela sede, eu senti que podia me articular e criar coisas maiores aqui onde eu moro (que é uma cidade com uma saída só, quase o fim de uma estrada, na pontinha do Ceará quase junto do Piauí). Passou um tempo e comecei a me articular com o CJ Fortaleza, em encontros pós-conferencia (a essa altura eu já tinha participado da Confint e percebido melhor o potencial que eu tinha pra mobilizar escolas parceiras, comunidade...), e nós, aqui em Camocim, decidimos criar um CJ... lá vem reuniões e reuniões, afinal, era uma ideia nova, que precisava ser debatida pelo grupo, adaptada, modelada por nós para que nós pudéssemos trabalhar nela... Vieram os primeiros projetos, mobilização informativa pro Carnaval (cidade litorânea sofre muuuuuito nessa época), semana de meio ambiente, congresso de educação ambiental, acompanhamento das Com-Vidas nas escolas, e fomos criando e nos mobilizamos o tanto que pudemos. Só que aí nós vimos o quanto é difícil ser um ponto focal e muitas vezes não ter aquele apoio todo, nem é tanto a questão estrutural, é mesmo uma questão de confiança das pessoas, gente que acredite no nosso trabalho... Tudo bem que as vezes precisamos de um material, de algum recurso pra formações, encontros de rede, mas no fundo o pior é não ter sempre credibilidade e ser, de certa forma, ridicularizado por ser Jovem, taxado de imaturo, um sonhador qualquer, com desdém... Se as pessoas bem soubessem, valorizariam os sonhadores, pois eles é que mudam o mundo, sempre eles!!! De uns tempos pra cá, as mobilizações ficaram mais complicadas, pois nossas atividades coincidiram com a entrada de alguns na faculdade, ou no mundo do trabalho, e na vida às vezes a gente precisa escolher um foco, uma meta, e nem sempre dá pra conciliar. Só que o sonho não morreu. Ele permanece vivo e batendo forte no coração, e grita que quer ser CJ e ajudar a mudar, pra melhor, o mundo (: No mais eu desejo toda a energia positiva possível pro ENCJ e parabenizo a equipe de articulação pelo desenvolvimento desse trabalho lindo (e lá no comecinho dos trabalhos eu tava por aí, kkkkk), e torço para que seja um momento mais que propício para fortalecer os educadores ambientais aí presentes, dar impulso aos trabalhos já desenvolvidos por nossa juventude, e capilarizar ainda mais as atividades por todo o nosso país, potencializando discussões e ações transformadoras. É isso, abreijos da Nandy"
Por Anannandy Cunha (CJ-CE)
domingo, 8 de dezembro de 2013
CJ: Uma grande constelação de sonhos....
"Inicialmente não entendia bem o que era ser CJ, apenas sentia que devia participar, uma voz dentro mim gritava forte para participar do CJ e que isso de alguma maneira mudaria muita coisa em minha vida. Em 2006 participei da formação de educadores socioambientais do Programa de Educação de Chico mendes. Dentro dessa formação, teve uma oficina de formação de coletivo jovem ministrada pelo CJ Flecha de Luz. Assim, com a motivação dos presentes nessa formação nasceu o CJ Caiçara. A partir dessa vivência, descobri que amo trabalhar questões relacionadas com o meio ambiente. Assim, escolhi estudar Engenharia Ambiental. Hoje faço parte do CJ-PR e estou articulando um grupo aqui em minha cidade, Francisco Beltrão, para formar um CJ, conversei com alguns amigos e eles estão bem animados, o CJ Gralha Azul está se formando heheheh Tal nome foi escolhido por ser o símbolo do Paraná e também pela sua interessante lenda, que nos diz que a Gralha Azul ficou responsável em plantar a semente do pinhão pelo estado e que pelo seu dedicado trabalho ganhou de presente as suas lindas cores. Assim, queremos fazer aqui, plantar uma sementinha dentro de cada pessoa que passar pelos nossos caminhos. Hoje eu sei o que é ser CJ, e amo muito ser Cj! Vejo o CJ como uma grande constelação de sonhos, cada pessoa dentro de si tem muitos sonhos, sonho de mudar os espaços ocupados, sonhos de paz, sonhos de conquista... Um grande poeta disse que o sonho alimenta nossa alma. Hoje, pra mim, CJ é um sonho que se torna realidade através de cada pessoa que trilha os caminhos desse movimento."
"O sonho encheu a noite Extravasou pro meu dia Encheu minha vida E é dele que eu vou viver Porque sonho não morre." (Adélia Prado)
Por Luanna de Mello (CJ-PR)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
O CJ Brasil está aqui... e você?
E ai... você já deixou seu pontinho no Mapa dos Coletivos Jovens de Meio Ambiente? Trata-se de um ecomapeamento para identificamos os integrantes do nosso movimento pelo País.
Para participar é simples, bata entrar no link do MAPA DOS CJs e deixar seu nome e seu contato. Cada pessoa do CJ vai marcando seu pontinho e o nosso mapeamento vai sendo construído.
Orientação:
- No canto superior esquerdo, tem o ícone de um balãozinho.
- Você clica no ícone, depois clica no mapa, na localização desejada.
- Depois é só editar o campo com nome completo (CJ-Estado) e contato e salvar.
- Todo mundo pode ter acesso e editar
- Vamos ter cuidado pra não sair apagando os balõezinhos dos outros.
domingo, 1 de dezembro de 2013
IV CNIJMA: O ENCJ já começou...
CJs de todo o País facilitaram a IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, realizada em Luziânia-GO. Durante a Conferência, em vários momentos de encontro dos CJs o ENCJ esteve em pauta, assim como os ciclos e caminhos percorridos pelo movimento no Brasil!
Um dos frutos deste trabalho, você encontra aqui:
A utopia que não deve morrer
"A utopia que não deve morrer, foi a sensação que tive durante os processos de conferência, o questionamento, a imposição, o conflito, a estratégia, a preocupação com o outro, ser e participar do Coletivo Jovem é ter amor a causa, deixar o egoísmo de lado, conhecer outras características muito diferentes da nossa, se sensibilizar quando alguém precisa de ajuda, senso de humanização efetivo, escutar críticas absurdas ou não. Lutar pela inclusão de todos, e não de poucos privilegiados, ter objetivo dentro de uma prática de mobilização elencados ao protagonismo juvenil que somos jovens e sabemos ter coragem para descontruir que todos que moram em lugares distantes não têm oportunidade, desvencilhar essa atitude fragmentada de que todos são flagelados e jovens não se interessam pela participação política, os Coletivo Jovens de Meio Ambiente me ensinou que ser transformadora social não é ser autoritária mais sim diante das informações que temos ocupar espaços que por direitos e garantias levam nossas ações, combatendo de toda forma a exclusão."
Por Karla Gouvâ - CJ-PA
Por Karla Gouvâ - CJ-PA
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